sábado, 30 de outubro de 2010

Convenção Anual 2010 - Juventude de Avivamento



Convenção Anual Juventude do Avivamento

Criatividade, identidade e novos desafios. A Convenção Anual Juventude do Avivamento representará um novo tempo na vida de jovens que estão dispostos a servir a Deus de maneira simples e surpreendente. Verão que fazer a diferença e marcar sua geração é mais fácil do que imaginam.
Na Juventude do Avivamento, Rede de Jovens da Igreja Batista Missionária Internacional - há 30 anos na direção do Pr. João Batista da Silva - estamos vivendo um tempo de transformação e resgate da identidade de Jesus no caráter do jovem cristão. Entendemos que precisamos colocar os nossos talentos a serviço do Senhor e marcar a diferença na nossa geração. Por isso, você jovem não pode ficar de fora da Convenção Anual Juventude do Avivamento, que se realizará de 02 a 04 de dezembro de 2010 no templo da Igreja Batista Missionária Internacional, em Feira de Santana.
Em 03 dias de Convenção, contaremos com a presença do conferencista internacional Fernando Ramos, jovem pastor colombiano e vocalista da Banda Generación 12. Ele que tem impactado jovens de todo o mundo através das suas inusitadas, criativas e emocionantes pregações no estilo stand-up comedy. Além dos líderes da Juventude do Avivamento, Pr. Anderson Barreto e Pra. Nara Braga que estarão presentes nos 03 dias de Convenção trazendo uma palavra de muito impacto e transformação para os jovens de Feira e região. Sem contar ainda com muita música nas aberturas da Convenção com o Ministério Jovens Adoradores e a Banda A Praia Beach Music.
Sem dúvida, 03 dias que vão marcar sua caminhada ou te despertar para um novo caminho, com a força sobrenatural do Super Jovem do Avivamento.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Dentro do Closet da Cia. Mudança Diante do Trono


 A Cia. Mudança é o ministério responsável pela ministração de dança nas gravações do Diante do Trono a mais de 10 anos e tem como líder Isabel Coimbra, que professora de Educação Fisica da Universidade federal de Minas Gerais e mãe de quatro filhas que dançam com ela. É isso talvez quase todo mundo já sabe. Mas, se você como eu, sempre sonhou em entrar no closet deles e ver tuuuudo, ou pelo menos quase tudo, por que é tanta coisa que você ficaria lá bastante tempo. Confira agora e viaje no tempo.



 Esse guarda chuva foi usado na  gravação do Diante do Trono Aleluia, que foi feita em Barretos, em julho deste ano




 Essa tiara foi usada na gravação do DVD do Diante do Trono - Nos Braços do Pai


Essa é uma das ministrações mais especiais do ministério.


Esse enfeite de saia foi usado no DVD Preciso de Ti




Esse vestido estampado foi usado no gravação do DVD Diante do Trono - Por amor de ti oh Brasil - no Pará

 Aqui só para você lembrar.


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Dança na Igreja: A adoração é o princípio de tudo

Isabel Coimbra

Líder do Mudança Cia de Dança a Artes Cênicas e 
integrante do Ministério de Louvor Diante do Trono da IBL/BH
autora do livro Louvai a Deus com danças. 

 São multidões em busca da salvação e os crentes sendo restaurados, vivendo uma nova vida em Cristo.

Um dos instrumentos desse avivamento é exatamente o louvor e a adoração e, assim, como a musica e o canto, a dança vem expressar a sede do coração do ser humano por mais de Deus. Nesse processo de busca por intimidade com o Pai, seu coração nos é revelado em canções e gestos que nos envolvem em Seu amor, cada vez que nos colocamos diante dEle em adoração.

Em se tratando de evangelismo o primeiro sentimento e a primeira motivação, é exatamente a adoração, o estar apaixonado por Jesus. Desse sentimento é então gerado uma necessidade de declarar ao mundo esse amor e anunciar as boas novas àqueles que ainda não conhecem a Jesus.

Como bem sabemos, a adoração não é um ato separado do corpo de uma pessoa. Ainda que a vontade, a razão, a mente e o emocional de alguém possam ser considerados separadamente, estas são expressões que designam o ser humano por inteiro. Não somos incumbidos de amar a Deus por partes específicas de nossa personalidade, mas com todo o nosso ser. E nesse contexto o critério é o mesmo para a dança, seja no louvor, na adoração, no evangelismo ou em qualquer circunstância que envolva o nome de Jesus.

Além disso, gostaria de reiterar que a dança no louvor, na adoração ou no evangelismo não é uma prática corporal por ela mesma, muito menos uma exibição artística ou um enfeite na liturgia ou nos impactos evangelísticos. Nela, a essência de total entrega do adorador se manifesta por uma espontaneidade responsiva, trazendo toda a congregação ou no caso do evangelismo o público, para momentos de júbilo, edificação, salvação, libertação, cura e restauração na presença de Deus. Louvamos a Deus com danças por causa da Sua santidade, da criação e da redenção do ser humano.

Nessas circunstâncias, a dança expressa e intensifica o desfrutamento da presença de Deus e seu relacionamento conosco numa celebração a Ele e com Ele. Não queremos ser bailarinas, bailarinos ou interpretes, mas adoradores; não realizamos apresentações, mas ministramos o louvor a Deus, o adoramos ou proclamamos sua Palavra, e em vez de palco para nós existe o púlpito, lugar de santidade e autoridade onde a Palavra é anunciada, no nosso caso, com a linguagem da dança.

Nesse contexto, entendendo a dança como linguagem, seu processo criativo é uma possibilidade de arte inscrita no corpo, traduzida em metáforas do pensamento e realidade desse mesmo corpo. Realidade, pois é neste corpo que a dança se estrutura, se molda, conforma, transforma e disciplina quando ele se faz presente.

Portanto, um corpo, ao dançar, desenha no tempo e no espaço com seus gestos. São movimentos orquestrados pelo sensível e pelo inteligível do ser em deslocamento e pelas impulsões do movimento, gerando formas e (re)formas, em constantes transformações, tornando a dança uma realidade visível e dinâmica. A exemplo dos pintores, que usam as cores e as linhas para dar forma no plano pictórico, ou dos poetas, que se utilizam palavras para construir seus poemas, o bailarino e o coreógrafo utilizam-se dos gestos corporais para dar forma à dança.

Assim, o gesto corporal dançante, parte da experiência humana, vem dialogando e participando da arquitetura da cultura corporal e do viver humano num espaço e num tempo histórico transitando de certa maneira entre as inúmeras oportunidades de movimentos, construindo, no contexto da Igreja, uma dança contemporânea santificada pelo vaso de honra que somos nós no louvor, na adoração e também no evangelismo.

Nesse caso, a dança não é um fim em si mesma. É um corpo transfigurando-se em formas que podem ter vários sentidos: fazer e operar; conceber e imaginar; construir e constituir; fundar, criar e preparar com o objetivo de primeiro adorar a Deus e depois, sob a orientação do Espírito Santo e em nome de Jesus, alcançar o coração dos homens através da salvação, da cura, da libertação, edificação e restauração de suas vidas.

O Senhor tem nos direcionado em inúmeras ações em sua Igreja com uma visão muito clara sobre a dança e seu significado. Nesse sentido, tenho compartilhado nossas experiências através de artigos, estudos bíblicos e seminários anuais no intuito de divulgar a visão sobre a dança como uma linguagem possível para a Igreja seja no louvor, no evangelismo ou nas inúmeras possibilidades de ação ministerial cristã.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Por que aprender Ballet?




Qual menina nunca sonhou em ser bailarina?

Entre laços, fitas, tutus (aquelas sainhas arrebitadas de tule), sapatilhas cor-de-rosa e maquiagem... o mundo fantástico dos contos de fada, do sobre-humano sustentado nas pontas dos pés.

Contrastando com essa imagem encantadora que temos do ballet, seu processo de ensino técnico e disciplinar é rígido pois busca o aprimoramento técnico através da repetição. Essa parte ninguém conta né?! Todo mundo acha que é só colocar a sapatilha de ponta e sair bailando... antes disso, muito treinamento, ensaios e técnica!



A Bailarina é a imagem de delicadeza e feminilidade mais forte e universalizada da Dança, visto ter sido disseminada na maioria das culturas ocidentais. Sua prática (com variáveis metodologias) é reconhecida nos mais diversos ambientes formativos. No Brasil, a maior parte dos currículos escolares da Educação Infantil (principalmente em escolas particulares) tende a incluir artes criativas como música, teatro e dança (e dentre as técnicas de dança, o ballet sempre teve lugar cativo entre as crianças).




Uma aula de “Baby class” (nome dado às aulas de iniciação para crianças) prima pela formação nos fundamentos que regem a técnica, de tal forma que quem pretender continuar seus estudos em dança possa ter as noções básicas, desta técnica tão antiga que é o ballet clássico.

São elas: o conhecimento do esquema corporal através da postura e alinhamento articular, o estímulo ao desenvolvimento psicomotor, o treino de flexibilidade, agilidade e ritmo, a origem e história do gestual e do vocabulário próprio da técnica, disciplina da mente e do corpo, apreciação musical, sociabilidade, autoconfiança, sensibilidade estética. Tais pressupostos fomentam a expressividade e criatividade dos indivíduos, e faz reverberar os limites da sala de aula e dos palcos em outros aspectos da vida do praticante.




A dimensão da sala de aula muitas vezes não vai ao encontro da magia dos palcos e por muitas vezes, neste processo de distanciamento a criança perde o prazer de aprender ballet. Acredito que o aprendizado verdadeiro deve manifestar-se através do desejo. Não havendo desejo, não há sentido na aprendizagem. O desejo por aprender se manterá vibrante quando estimulada a potencialidade da criança, através da criação de um espaço lúdico, descontraído e divertido em sala de aula e, que respeite também, a disciplina da técnica em questão.




Qual é a hora de começar? Por volta dos 4 a 6 anos, pois é um período de maturação do corpo da criança, que a coloca em disponibilidade motora para o aprendizado (pois aprender a técnica do ballet é efetivar um processo de alfabetização corporal), mas acima de tudo, quando e se a criança quiser, pois estimular não quer dizer obrigar. Cada um tem seu tempo que, se for desrespeitado pode pôr a perder um talento ou um admirador da dança. “Ballet é coisa de menina e artes marciais é coisa de menino”. Essa é uma freqüente frase repetida à exaustão nos meios sociais, o que não se diz é que, inúmeras também são as vezes que nos deparamos com meninos desejosos por aulas de ballet e meninas por “lutinhas”. Esses questionamentos esbarram principalmente em machismos e “achismos” culturais que mereceriam uma outra reflexão, em momento oportuno.

O que importa é que a prática da Dança (independente da técnica) faz parte da formação integral do indivíduo. Se quisermos cidadãos criativos e saudáveis no futuro, devemos incentivar a dança desde cedo.


By. Camilla Rodrigues Bailarina, Arte-educadora, Diretora da Cia.Corppoema. Especialista em Dança e Consciência Corporal pela FMU-SP e Licenciada em Dança pela Faculdade Paulista de Artes. millaballerina@gmail.com Revisão: Monahyr Campos Publicação: Revista São Paulo em Foco ; ANO 2 – EDIÇÃO 15

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A arte suprema

Arte (Latim Ars, significando técnica e/ou habilidade) geralmente é entendida como a actividade humana ligada a manifestações de ordem estética, feita por artistas a partir de percepção, emoções e ideias, com o objetivo de estimular essas instâncias de consciência em um ou mais espectadores, dando um significado único e diferente para cada obra de arte.



Deus é artista supremo. Todo o universo foi projetado e milimetrado pelo arquiteto do mundo, o autor da vida e Senhor de tudo.A criação reflete o criador. Deus nos deu talento para criar, interpretar, dançar, cantar e, através da arte, podemos promover a reconciliação do homem com Deus, anunciando a salvação manifesta pela revelação da obra suprema do criador, Jesus.





A arte da dança que foi roubada, deturpada e suja pelo pecado, deve voltar ás suas origens com o único objetivo de glorificar Áquele que é a inspiração de nossas almas."(...) mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Romanos 5:20


Precisamos compartilhar experiências, técnicas, projetos e sonhos.Espero que possamos mergulhar no propósito de dar o nosso melhor á Deus, multiplicando os nossos talentos e conquistando vidas para ele.


O que é Adoração Criativa?

A dança é uma das três principais artes cênicas da Antiguidade, ao lado do teatro e da música. Caracteriza-se pelo uso do corpo seguindo movimentos previamente estabelecidos (coreografia) ou improvisados (dança livre). Na maior parte dos casos, a dança, com passos cadenciados é acompanhada ao som e compasso de música e envolve a expressão de sentimentos potenciados por ela.

A dança pode existir como manifestação artística ou como forma de divertimento e/ou cerimônia. Como arte, a dança se expressa através dos signos de movimento, com ou sem ligação musicalAdoração é um mandamento. Precisamos entender que a dança não são uma opção que podemos decidir fazer ou não fazer de acordo com os nossos caprichos. A dança é uma forma expressão de louvor a Deus. É um mandamento de Deus. Quando a bíblia diz: "Louvai-o com o tamborim e a dança, louvai-o com instrumentos de cordas e com órgãos. Salmos 150:4 ” e também em "Louvem o seu nome com danças; cantem-lhe o seu louvor com tamborim e harpa". Salmos 149:3 , isto não é uma sugestão ou um pedido, e sim uma ordenança. Não há nenhuma exceção. Segundo o salmo 22:3, Deus habita no meio dos louvores de Israel.






Todo e qualquer filho de Deus deve ser um adorar de Deus.Tudo quanto tem fôlego louve ao SENHOR. "Louvai ao SENHOR". Salmos 150:6 . Existe apenas um lugar no qual podemos adorar a Deus: no espírito."Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem". João 4:23  No entanto, existem muitas maneiras de adoramos a Deus. Ele nos criou e nos deu algo chamado criatividade. Ele é o criador, somos feitos á sua imagem e semelhança também podemos criar dentro das limitações que ELE mesmo estabeleceu em nós.



Podemos adorar a Deus usando a dança, cantando, falando, estático ou em movimento: podemos também adorar a Deus profetizando com algo que apontem para Jesus a sua obra comm: simbolos (cruz, estrela de Davi, O Leão de Judá...), cores (vermelho (sangue de Jesus), Azul ou branco (Espirito Santo)...) e objetos ( trono, vazos, menorá, coroa de espinhos, cruz, fitas e panos (alegria), cabos de madeira (guerra)...)  

 A arte caída com o pecado glorifica o homem e a carne isto é abominável. Entretanto, nesses dias Deus está requerendo da igreja uma posição para que a verdadeira arte seja levantada com o objetivo estabelecido antes da queda. Adoração a Deus!




Na adoração criativa temos a oportunidade de entregar a Deus o nosso amor. É uma oportunidade na qual lhe darmos mais do que temos de maneira plena.

Adorar criativamente é entoar um cântico novo a cada dia, louvando e adorando a Deus pelo que ele é. É encenar seus mandamentos e feitos, e através de figuras e desenhos nos lembrar de seus milagres. É nos vestir com ornamentos santos dançar com todas as forças para louvar e adorar a ele, que é o noivo amado. É também pintar, costurar, levantar em bandeiras e estandartes suas conquistas, para até o que passar longe veja quem é o Senhor.

Adoração criativa é adorar a Deus com a criatividade que ele nos deu, movidos e inspirados pelo Espírito Santo.




domingo, 22 de agosto de 2010

A verdadeira Indentidade do Adorador

A Dança na Adoração

“Então a virgem se alegrará na dança, e também os jovens e os velhos; tornarei o seu pranto em júbilo e os consolarei; transformarei em regozijo sua tristeza.” Jeremias 31:13

Há muito o que se falar sobre a dança, o movimento do corpo e da alma, e a adoração. O profeta Jeremias, cujo texto citou acima, foi um homem chamado por Deus provavelmente na sua juventude (talvez até adolescência). Sofreu muito por Judá, pelo seu povo que insistia em afastar-se de Deus e “comer” qualquer palavra que trouxesse alívio “imediato” diante da turbulência que vivia o povo de Israel, política e espiritualmente! Jeremias foi um homem chamado por Deus para levantar-se contra a idolatria que reinava em Israel. Ele fala em Baal, Moloque e a rainha dos céus. Ele fala de ídolos dentro do templo (cap. 32:34 ), e nas vizinhanças de Jerusalém crianças eram sacrificadas a Moloque e Baal ( 7:31; 19:5; 3235 ). O capítulo 31 de Jeremias nos traz uma palavra de liberação de Deus para o povo em meio a tanta confusão e ausência de identidade:



“naquele tempo, serei o Deus de todas as tribos de Israel e elas serão meu povo”. V.1
Uma nova identidade é anunciada ao povo que Ele criou para si. O Cristão verdadeiro tem sua própria identidade... Não “compram” uma identidade do mundo e a imitam! Quando ministram (dançam) trazem no seu corpo e alma as marcas da identidade da cruz e do poder da ressurreição!






“... eu irei e darei descanso a Israel” v.2
O descanso de Deus ao povo que verdadeiramente O segue e O serve. Como adorá-lo se nosso coração não consegue experimentar seu descanso, sua certeza?



“... com amor eterno eu te amei; por isso com benignidade te atraí”v.3
Não existe ministração a Deus sem verdadeiro amor por Ele! Como dançar diante de alguém que não conheço? Alguém de quem só ouvi falar? Alguém que chamo Pai, mas não tenho a experiência da paternidade espiritual?



“... ainda te edificarei e serás edificada ó virgem de Israel! Ainda serás adornada com teus adufes e sairás com o coro dos que dançam.” v.4
Quando somos edificados pela Palavra de Deus somos adornados com sua presença, unção, musica, movimento, festa, arte, dança! Passamos a fazer parte do “coro dos que dançam”! Sabemos por que e onde estamos e para quem dançamos... E porque dançamos!!!!???





“... plantarão os plantadores e gozarão dos frutos” v.5
Quem tem uma experiência verdadeira com Deus frutifica! Se você tem Deus no seu coração, você tem sementes para lançar e frutos para colher! Se você tem talento e dons dedicados a Deus eles devem “atrair” outros a Ele em primeiro lugar. Além disso, seu talento reflete a glória de Deus através de sua expressão artística santa, separada para Ele! Sua manifestação de corpo, alma e espírito em Cristo traduz a simetria, direção e fluir da trindade, Pai, Filho e Espírito Santo! Nossas emoções, sentimentos, gestos e mente (I Cor. 2 ) estão cativas a Cristo Jesus como um tema único para nossa inspiração artística !



Paula Ossona em seu livro A educação pela dança cita a influencia da música no homem em seus primórdios: “Para o homem primitivo não existe a divisão entre religião e vida, a vida é religião, sua dança é vida, é uma ação derivada de sua crença”. Nos primórdios da vida humana, a dança era uma transferência desordenada de sentimentos. Os mais variados com grande carga emocional, sem uma estrutura corporal clara associada a uma atração rítmica. Com o tempo ela se torna ritual, cerimônia, celebração, chegando a ponto de tornar-se uma diversão. No início, a função da dança não era artística, em forma de espetáculo, como vemos hoje secularmente. No princípio deste processo o homem usa a dança como invocação ou mesmo como uma forma de mostrar sua crença, ou de dominar os fenômenos naturais e amoldá-los a sua vontade! Dizemos isso sobre o homem natural, sem Deus, mas, ansioso por descobri-lo! Um homem em desespero por agradar ao Ser Supremo sem conhecê-lo! Agora, como vamos analisar os cristãos quanto a essa atitude então?




Muitos dançam parecendo não conhecê-lo! Muitos dançam tentando achá-lo?! Muitos dançam como se Ele não estivesse presente naquela cerimônia (Culto? Celebração? Adoração? Ministração? A quem?). Muitos dançam como se seu corpo, ou movimento, fossem o principal alvo da atenção, valor, atração, sedução. Não para os cristãos! Quem está em Cristo é nova criatura, tem a mente de Cristo, vive a realidade do sobrenatural revelado na cruz, na ressurreição. A maior forma de expressão corporal que mudou o mundo e rompeu paradigmas falsos, pecados, e culpas, foi a crucificação! O homem-Deus manifestando no Seu corpo glória e destruição, morte e ressurreição, sofrimento e esperança! O véu rasgado por nós, como fala no livro de Hebreus, o acesso à intimidade do Pai!



“eu os trarei do Norte e os congregarei das extremidades da terra; e entre eles também os cegos e os aleijados, as mulheres grávidas e as de parto (...) Aquele que espalhou Israel o congregará e guardará, como pastor, ao seu rebanho”



Deus tem um propósito para todos: não só os ricos e famosos. A todos Ele ajuntará e guardará – não só os que viajam em grandes turnês, que tem grandes companhias de dança, mas sim aos que o adoram em casa, no santuário, nas praças, em todo lugar!





“hão de vir e exultar na altura de Sião, radiantes de alegria por causa dos bens do Senhor, do cereal, do vinho, do azeite, dos cordeiros e dos bezerros; a sua alma será como um jardim regado e nunca mais desfalecerão” v.12
Deus dá o pão “cereal“ (seu corpo), o vinho “da vide” (seu sangue) – a comunhão da sua mesa, o seu Espírito (azeite), o Cordeiro (Jesus) e os bezerros (Sua força e esperança). Aqueles que dançam diante dEle serão como jardim regado - nunca faltará a água da vida neles!



“... então a virgem na dança alegrará...”
Havendo esta obra na vida dos que são dEle, há promessa que os que dançam se alegrarão, envolverão jovens e velhos ( não há idade para dançar para Deus)! Serão consolados, receberão óleo da alegria ao invés de espírito angustiado (Is. 61), trarão mudança em seus passos e movimentos de corpo, alma e espírito a Deus!







Por Dany Melo

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Cia. Ritmus de Adoração

O ministério de dança Cia. Ritmus de Adoração é parte integrante do Ministério JA Juventude do Avivamento da Igreja Batista Missionária Internacional em Feira de Santana – BA e tem como lideres Sara Lima e Carla Ravena. Como o nome já demonstra temos o objetivo de ministrar diferentes estilos de dança, pois acreditamos que Deus é criador de todas as coisas e que todos os estilos de dança devem ser ministrados para o seu louvor. Porém, esses ritmos foram desvirtuados por inflencia do inimigo, sabendo ele da importância que a dança apresenta na adoração - pois com a dança conseguimos externalizar nossos anseios em adoração a Deus.


Cia. Ritmus de Adoração no lançamento do primeiro cd do Jovens Adoradores,
na Igreja Batista Missionaria Internacional em Feira de Santana-Ba





Nós desejamos e lutamos para resgatar a dança, não sendo tarefa fácil, pois é necessário que toda a concupiscência presente na dança seja extraída, ou para muitos na verdade a carnalidade está na pessoa que está dançando e não propriamente na dança.


Em trechos da bíblia podemos perceber que a dança desde sempre foi usada para outros fins que não a adoração a Deus.







"Entrou a filha da mesma Herodias, e dançou, e agradou a Herodes e aos que estavam com ele à mesa. Disse então o rei à menina: Pede-me o que quiseres, e eu to darei.”







Marcos 6:22


Mas, a bíblia também declara que o Senhor deve ser adorado com danças e que ela é uma manifestação de alegria na presença de Deus e que ele se agrada sobre tudo se oferecida a Ele por vidas que se comprometeram a viver em santidade.





"Então a virgem se alegrará na dança, como também os jovens e os velhos juntamente; e tornarei o seu pranto em alegria, e os consolarei, e lhes darei alegria em lugar de tristeza."







Jeremias 31:13




Acredito que Deus não se preocupa com o estilo em que nós dançamos para Ele - imagine se Deus nos dissesse - eu só quero que vocês dancem e me adorem se for com música clássica e ballet - eu obedeceria, é claro, primeiro por que não tenho nada contra ballet, ao contrario eu amo, mas não acredito que o Senhor esteja preocupado com isso, mas sim com o que move o nosso coração a adorá-lo, se realmente dançamos para Ele ou para as pessoas que estão assistindo, nossa mãe que está sentada no culto babando dizendo - olha! aquela ali é minha filha. Ele quer que o adoremos em espírito e em verdade. Seja com ballet, libras, hip-hop, sapateado, jazz, step... O importante é que Ele seja adorado e que levemos a igreja e toda a terra a adorar ao Rei.






"Tornaste o meu pranto em dança; desataste o meu pano de saco, e me cingiste de alegria,"







Salmos 30:11


Daniely Melo






terça-feira, 10 de agosto de 2010

Você sabia que a dança contemporânea surgiu na década de 1960, como uma forma de protesto ou rompimento com a cultura clássica?




Depois de um período de intensas inovações e experimentações, que muitas vezes beiravam a total desconstrução da arte, finalmente - na década de 1980 - a dança contemporânea começou a se definir, desenvolvendo uma linguagem própria, embora algumas vezes faça referência ao ballet clássico.







Mais que uma técnica específica, a dança contemporânea é uma coleção de sistemas e métodos desenvolvidos a partir da dança moderna e pós-moderna. O desenvolvimento da dança contemporânea foi paralelo, mas separado do desenvolvimento da New Dance na Inglaterra. Distinções podem ser feitas entre a dança contemporânea estadunidense, canadense e européia.

A dança contemporânea não se define em técnicas ou movimentos específicos, pois o intérprete/bailarino ganha autonomia para construir suas próprias partituras coreográficas a partir de métodos e procedimentos de pesquisa.

O corpo na dança contemporânea é construído na maioria das vezes a partir de técnicas somáticas, que trazem o trabalho da conscientização do corpo e do movimento.

Cia. Ritmus em ação